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Quando a esmola é muita... Você desconfia?

No segundo sábado de fevereiro/2017, um rapaz foi a um baile de carnaval na região de Pinheiros/SP.

O ambiente era de alegria e festa; após uns drinks, ele foi abordado por duas belas moças que se insinuaram para ele. Dançaram, pularam e beberam bastante. Ao acordar, ele percebeu que não estava em casa. Olhou ao redor e demorou um pouco para se situar. Estava a cerca de 3 quadras do local da festividade carnavalesca.

Pensou em ligar para um amigo vir socorrê-lo, mas o aparelho fora subtraído. A carteira também tinha ido embora, juntamente com a correntinha de ouro, presenteada pelos avós, já falecidos. A cabeça doía muito e a vítima do golpe boa noite cinderela pouco se lembrava do que tinha acontecido no baile.

Ao registrar boletim de ocorrência, apenas disse que as autoras do golpe eram duas mulheres, mas não se recordava nem de suas fisionomias.

O velho jargão popular diz que “quando a esmola é muita o santo desconfia”.

Um amigo dos tempos de faculdade, de férias no ano passado, foi passear em Miami/EUA.

No saguão do hotel que estava hospedado, foi abordado por uma mulher deslumbrante e muito bem vestida. Ela se dizia mexicana; depois de bebericarem dois drinks no bar, ela propôs passarem a noite juntos, por apenas cem dólares. Ele aceitou o convite na hora, mas antes de subirem à suíte, foi até o toalete. Após jogar água no rosto, olhou bem para o espelho e pensou:

“Hoje é meu dia de sorte”.

Mas logo em seguida se lembrou que nos EUA a polícia coloca agentes disfarçadas de prostitutas em hoteis, feiras de negócios e mesmo em ruas onde prostitutas atuam, para flagar homens que pagam por sexo fácil, o que lá é considerado crime e dá cadeia ao infrator.

Ele ponderou, refletiu bastante, esfriou a cabeça e de mansinho foi para seu quarto sem a moça perceber.

Amigo leitor, é sempre melhor prevenir do que remediar.

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